E hoje o meme:

Quatro coisas distintas sobre mim...

Quatro empregos que já tive:

- meu primeiro emprego foi como professora em uma escolhinha particular, fofa, em que eu só dava aulas para o maternal, com atividades para incentivar as crianças ao mundo letrado.

- meu segundo emprego foi em uma loja de aviamentos. Minha mãe decidiu voltar a morar em São Paulo, pleno mês de dezembro ela me comunica isso e a essa época as aulas já foram atribuídas. O jeito foi vender linha e botão.

- o terceiro emprego veio depois de 1 mês que eu estava trabalhando na lojinha. Uma escolinha precisava de professora para o pré, lá fui eu. Horrível! Nunca odiei tanto trabalhar em um lugar... a dona da escola queria que até julho as crianças estivessem escrevendo em letra cursiva. Relutei muito em pedir demissão, mas conversando com meu pai ele me disse que eu não deveria trair minhas convicções, tudo que aprendi no curso, tudo que meus professores pregaram como o melhor. Pedi demissão mesmo sem ter outro emprego em vista.

- o quarto emprego veio 15 dias depois da demissão. Fiquei lá por um ano, foi muito bom! Era uma empresa de assistência técnica e tudo que sei de informática hoje devo a eles. Lógico, depois com o passar dos anos fui aprendendo no dia-a-dia, com meu irmão, com o marido, mas o básicão mesmo foi lá. Só saí porque não era registrada e meus sonhos não paravam por ali. Muita água ainda ia rolar por baixo da ponte.


Quatro filmes que assisto sempre que passam:

- Feitiço de Áquila

- Indiana Jones

- Cidade dos Anjos

- Big fish


Quatro lugares onde já morei:

- Nasci em São Paulo e morei até os 8 anos e 9 meses.

- Mudei para Itanhaém e morei lá até 18 anos e 10 dias.

- Morei em Taboão da Serra até 27 anos e 9 meses.

- Moro em São Paulo de novo.


Quatro programas de tv que eu gosto:

- CSI's (AXN)

- Criminal Minds (AXN)

- Ghost Whispers 

- Silvio Santos


Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

- Juliana

- Regina

- Sabrina

- Renata


Quatro coisas que faço todo dia sem falta:

- Tomar café da manhã

- Falar com a minha mãe

- Tomar banho

- Saber das notícias mais importantes


Quatro comidas favoritas:

- Mc Donald's (É COMIDA SIM!)

- Lasanha

- Feijoada

- Macarrão com molho de linguiça


Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

- Praia

- Campo

- Castelo

- Cruzeiro

Quatro pessoas que eu desafio:

- Taty

- Gigi

- Lizzie

- Magui

E ela, que é uma fofa, me mandou uma revista com receitinhas maravilhosas e, para entreter, minha revista de Língua Portuguesa preferida! Amiga, te adoro, obrigada!

:: Postado por Sissi às 07h56 PM
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Prisioneira da FARC é libertada

Amigos, entrei aqui para postar um meme que a amiga Carol me mandou, mas ao abrir a página do UOL me deparei com uma notícia que me emocionou: o resgate de Ingrid Betancourt .

 Fonte

Nunca comentei aqui no blog, mas me dá muita aflição pensar nos prisioneiros de guerra. Na minha cabeça só passa que é um tempo perdido, que não poderá ser recuperado. Sofrimento, incerteza, desilusão, todos sentimentos misturados a saudade da família, ao silêncio. Do outro lado famílias desesperadas, sem saber o paradeiro dessas pessoas. As datas passam e ninguém percebe, pois o pensamento está apenas no sofrimento. Quantos dias felizes passamos em relação a eles? Muitos!

Quando ouço falar "ah perdi meu tempo com tal namoro, casamento ou amizade" fico brava. Isso não é perder tempo. De algum modo sempre ganhamos algo, nem que seja apenas experiência. Mas e eles? Ganharam o que? Que experiência é essa de viver preso, sem saber se no minuto seguinte estará vivo? Qual a história dessa mulher que passou 6 anos como refém. Pára! Pensa isso: são SEIS ANOS. O que você fez em SEIS ANOS na sua vida? Tente listar só por cima, sem contar o dia-a-dia. Já dá muita coisa. Agora conta cada dia, cada hora, cada balada, cada gripe, cada pessoa que viu, cada telefonema. Mesmo as coisas tristes, conte, afinal, uma vida também é feita dos maus momentos. Pensou quanta coisa? Nem deu para contar não é? Ela não viveu nada disso.

Agora é libertada e eu penso o que será a vida dela. Penso que será um eterno medo de um novo sequestro, pesadelos, a lembrança sempre viva do que passou nesses SEIS ANOS.

Mas apesar disso tudo, o que mais me marcou nessa notícia foi a felicidade de saber que embora o tempo não possa ser recuperado, ao menos pode ser vivido daqui em diante. Rezo para que um dia todos os prisioneiros das guerrilhas sejam libertados e possam voltar para suas famílias.

O meme fica para amanhã. Hoje realmente perdi o clima da brincadeira. Beijos!

:: Postado por Sissi às 06h18 PM
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Amar é

Aí que na semana passada fomos no Memorial da América Latina assistir à última apresentação do Circo Vox que, no mês de junho, se apresentou lá, conforme anunciei no nosso blog. Infelizmente me decepcionei com a peça em questão. Eles apresentaram 3 peças diferentes, mas só fui ver a que tem o título de "Amar é", pois uma é voltada para o público infantil e a outra eu já assisti 2 vezes. Achei que teria um conteúdo tão engraçado quanto o espetáculo que já vi, mas não. Foi bem apelativo e pouco engraçado. Algumas poucas vezes pudemos rir. Além do apelo pelo sexo, houve um momento em que o casal discute e se agride, causando, pelo menos em mim, uma sensação de desconforto. Amar não é apanhar.

 

Além disso, eles dizem que 'vamos falar de amor de irmão, de pai pra filho, de filho pra mãe' etc, mas não tem nada a ver com isso e nem mesmo a fala ficou com um efeito de ironia. Uma dó, tudo muito mal colocado. Eles reclamam tanto da falta de patrocínio e, quando recebem apoio, não conseguem superar.

 

Mas teve uma coisa que amei... a interpretação do "Samba em prelúdio"... ficou linda... há tanto tempo não ouvia essa música... coloquei aqui para compartilhar com vocês. Boa semana a todos!!!

 

Eu sem você não tenho porque

Porque sem você não sei nem chorar

Sou chama sem luz, jardim sem luar

Luar sem amor, amor sem se dar

E eu sem você sou só desamor

Um barco sem mar, um campo sem flor

Tristeza que vai, tristeza que vem

Sem você, meu amor, eu não sou ninguém

 

Ai que saudade, que vontade de ver renascer nossa vida

Vol ... ta querida, os teus braços precisam dos meus

Meus abraços precisam dos teus

Estou tão sozinho, tenho os olhos cansados de olhar para o além

Vem ver a vida

Sem você, meu amor, eu não sou ninguém

(Baden Powell e Vinícius de Moraes)

 

Quem não conhecer a música, veja aqui

 

 

:: Postado por Sissi às 05h13 PM
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Mudar de país vale a pena?

Nessa temática do centenário da imigração japonesa, um dos assuntos é o movimento imigratório que acontece até hoje e, vendo de modo amplo, não é só no eixo Brasil-Japão. Se desde a colonização os imigrantes procuraram no Brasil a terra da riqueza, do recomeçar, hoje são os brasileiros, filhos desses imigrantes, que buscam o mundo.

 

Pensando aqui, ponderei se essa busca não faz parte de nossos instintos... sair da terra natal para buscar novos horizontes, desafios e ‘riquezas’. Moramos em um país abençoado por Deus mesmo, bonito por natureza e com muitas oportunidades. A diferença é: tem gente que QUER morar em outro lugar e isso é o direito de ir e vir que a constituição nos garante. Não recrimino. O que recrimino são os discursos preconceituosos, comuns e impensados como “Esse país é um lixo, só tem ladrão, político corrupto, gente sem educação” ou “Ah aqui não tem emprego bom, eu vou embora para ter um futuro”.

 

Mas espera aí, não temos mesmo o país dos sonhos, mas os japoneses, norte-americanos, australianos ou qualquer outro têm? Pense para responder, não responda o que o senso comum diz. Se não acompanha os noticiários, dá uma busca no Google. Todos eles têm casos de corrupção, de erros e acertos, assim como o nosso. Quanto à educação, limpeza e cidadania, por exemplo, são questões sociais, ou seja, todos nós somos agentes de transformação e não apenas telespectadores mal humorados, que nada fazem, apenas reclamam, como costumamos fazer.

 

A ilusão de ganhar o salário em dólares e ficar rico é mesmo uma ilusão, afinal, o custo de vida é compatível. O que difere é que as pessoas que vão com o objetivo de guardar dinheiro fazem sacrifícios, se abstêm de alguns pequenos luxos e vivem apenas com o estritamente necessário. Mas se é juntar dinheiro por juntar, por que não juntar aqui mesmo? É nessa pergunta que voltamos ao início deste post: talvez seja instinto a vontade de conhecer outros caminhos, outras vidas e aventuras.

 

Lógico, como toda regra tem sua exceção, temos os casos de pessoas que perderam tudo aqui no Brasil e foram buscar fora do país um trabalho com mão de obra não qualificada para buscar uma recuperação rápida. Ah sim porque ser faxineira nos Estados Unidos é mais chique do que no Brasil, ser empacotador de sanduíche é mais bonito do que no Brasil e assim por diante. Sim, isso é uma crítica e das mais severas, de minha parte. Mas enfim, voltando para os casos em que as pessoas vão por livre e espontânea vontade, qual é nossa diferença em relação a nossos pais, avós e bisavós? Não saímos do nosso país por causa da guerra, da fome. Saímos por vontade própria e, já que saímos assim, porque não utilizarmos esse tempo para estudarmos, crescermos intelectual e culturalmente, evoluirmos como seres humanos?

 

Admiro pessoas como o amigo Aprendiz de Sonhador, que foi para a Espanha sem falar mal da nossa pátria mãe. Foi porque quis e ponto. Ou melhor, não é ponto, mas vírgula. Tenho certeza que culturalmente crescerá muito, aprenderá muita coisa com os espanhóis, entenderá de um mundo além mar, crescerá. Isso sim é importante. Além do nosso amigo, tenho outros amigos que foram morar fora do Brasil e que admiro muito. Um exemplo é uma amiga que terminou a faculdade e foi fazer intercâmbio, do intercâmbio virou um visto por 3 anos e acredito que fique permanentemente lá. A diferença: saiu formada, foi trabalhar na área de formação, com um emprego e salário que ela sabe que teria aqui, mas aproveita cada momento para estudar outras línguas, conhecer outros países ao redor, absorver tudo que há de cultura ao seu redor. Uma pessoa que tem sede por saber. Outro amigo foi para trabalhar, disse que não queria estudar agora, que queria ganhar dinheiro e aprender a viver sozinho. Está lá, mas já fala fluentemente a língua, sem frequentar curso, viaja, conhece os lugares, seus particulares e história. Dois casos diferentes, mas que têm objetivo e caminho.

 

Já uma conhecida da minha mãe mora fora do Brasil há não sei quantos anos e nem a língua do país aprendeu. Diz que não precisa. Quer uma cabeça menor que essa? A vida dela é gastar o dinheiro que o coitado do marido ganha (deve ser por mímica né? hehehe) e ainda esnobar para a família e amigas quando vem ao Brasil. Não gosto nem de olhar pra cara dela que já me irrito. Exibir marcas e modelos que encontramos aqui, em qualquer lugar, não é novidade nenhuma. Novidade seria vir e contar que conheceu tal lugar, que aprendeu tal coisa, fez tal curso. No final, sei que só passo raiva, mas dou lá minhas espetadas: ‘mas dona fulaninha, a senhora morando tantos anos nesse país ainda não aprendeu a falar a língua?’; ‘mas dona fulaninha, isso aí tem aqui no Brasil, em tal loja e custa tantos reais’; ‘dona fulaninha, a senhora já visitou o museu tal? Ainda não? Não acredito... a senhora não enjoa de só ver vitrine e comprar porcaria?’; 'dona fulaninha, a senhora nunca teve vontade de estudar nada? e seu marido, não se incomoda com tanta falta de interesse?' É, porque por mais amor que um homem tenha por nós, não aguenta muito tempo alguém sem objetivos, sem outro assunto que não seja se exibir... aí o dia que aparece uma com conteúdo, com vontade de viver de verdade, vai chorar as pitangas né. Ainda mais porque o tempo passa e a tendência da criatura interessante ser também mais tenra também aumenta.  Mas não tem jeito, ela tem cabeça de bucha... o tempo passa e fica cada vez mais seca e com utilidade estrita.

 

Resumindo tudo: quem quer morar em outro país eu dou o maior apoio, mas vai ser alguém, vai fazer diferença, pelamordedeus! Vem aqui neste país lindo e maravilhoso me contar que conheceu, viu, aprendeu. Comprar é um verbo que realmente não me chama atenção tanto quanto os outros.

 

(é, to revoltada mesmo... como você deve ter pensado, essa dona fulaninha esteve nesta terra amada esses dias e eu tive a infelicidade de encontrá-la.)

:: Postado por Sissi às 02h27 PM
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Hora de decorar

Enfim que hoje fizemos 9 meses de casados. Fofo, não? Eu acho. Estamos felizes, finalmente adaptados, curtindo esse casamento que Deus abençoou com muito amor.

Agora começamos a pensar na nossa decoração. Para quem estranhar, vou explicar: quando começamos a arrumar o apartamento decidimos não decorar. Pintamos as paredes e o teto de branco, as portas de verniz mogno (que só escureceu um pouco a cor da madeira e por causa de ter sido lixada para tirar a tinta velha, ficou com um efeito muito chique, que depois vimos ser uma tendência) e os móveis compramos de acordo com nossos gostos.

Aí dia desses o marido manifestou a vontade de pintar uma das paredes da sala com uma cor diferente e confesso que amei. Realmente agora podemos dar 'cor' ao nosso canto. É como se esse fosse o sinal para iniciarmos essa etapa da casa: a decoração. Tá certo que nós estamos esperando a sobrinha acabar de pintar o quadro para vermos com o vai ficar na sala e assim terminarmos de decidir como ficam as outras coisas. Pelo visto só falta uma árvore, mas como estamos no inverno, terei que esperar chegar a primaveira para as folhas nascerem... rs.

Mas é isso. Agora eu fico procurando sites para simular cores, caçando revistas para ver o que pode combinar com a nossa sala de estar e jantar e, quem sabe, dar um up nos outros cômodos. Depois postarei umas fotos para vocês darem algumas sugestões.

Além de cores e objetos, precisamos escolher plantas, afinal, o que é uma casa sem plantas, não? Ah, nem me fale de plantas artificiais. Eu tenho um vaso de flores na mesa da sala, mas basta. Meu negócio são plantas vivas, para dar um charme na casa, além de ser muito bom ter energias vivas! Mas não é só escolher uma planta bonita... é preciso saber que plantas vivem em locais fechados, sem luz natural, se precisam de muitos cuidados, se podem ficar em vasos pequenos, grandes, redondos, quadrados. Parece detalhe, mas é fundamental para a felicidade da sua amiga verdinha.

 

Quem tiver uma boa dica de plantinha para me dar, aceito com a maior alegria. Basicamente o que preciso é isso: plantas que vivam bem sem luz natural.

Boa semana!!!

:: Postado por Sissi às 10h09 PM
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Quem sou

Meu nome é Sissi, paulista, 28 anos, sagitariana com ascendente em peixes, carnívora, formada em Letras, casada, sem filhos, com uma família enorme e linda, muitos amigos. Este espaço é especial, um lugar em que divido com você meu dia-a-dia, opiniões, angústias e alegrias. Seja bem-vindo, puxe a cadeira e preste atenção na prosa, pois há muito para contar e ouvir.

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